Posts de Outubro, 2008

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Eita Triêro Bão!

Outubro 22, 2008

Por Ricardo Laub
Da Agência Laboratório

Show do Triêro no Dia Cultural

Show do Triêro no Dia Cultural

Pra animar mais ainda a noite do dia cultural, os rapazes que formam o grupo Triêro: Pedro Verano, César Henrique, Diogo Machado e Anthony Brito cantaram músicas do repertório do primeiro CD, o “Voz de Todas as Línguas”. Não tem como ficar parado com as cirandas e suas músicas com ritmos legitimamente brasileiros, o som mágico e uma energia ímpar fazem deles uma banda única que vem desde 2004 motivada pelo encanto das melodias e ritmos que brotam em cada canto do Brasil. “Nós damo nó em madera, custuramo gotera, pegamo água em penera, nóis ta na chuva é pra se moía” trecho de uma música tocada no show.
Pra você que não perde a oportunidade de ver o triêro, calma que dia 25 de outubro eles voltam pra cá para o lançamento do seu segundo CD o “Ópera de Uma Vida Seca”. Avise todos da sua rua, trabalho, escola, vai ser no Clube Feminino às 22 horas, cincão sem o cd e quinze reais com o CD, tão avisados.

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Do samba ao rasqueado num piscar de olhos

Outubro 11, 2008

Por Luciano Ribeiro
Da Agência Laboratório

Paulo Monarco

Paulo Monarco

Com o ritmo dançante da MPB, Paulo Monarco sobe ao palco do 24h de Cultura mostrando que é um dos poucos cantores que ainda consegue tirar a galera da cadeira em plena 01:30 da madruga. Com musicas de sua autoria, Monarco incendeia a arena cultural esbanjando talento, carisma e uma voz linda.

Um músico de renome nacional que teve como berço Cuiabá nadando nas águas do samba e mostrando toda a sua cultura regional através do nosso saudoso rasqueado. Paulo é uma arma cultural esplêndida nas mãos matogrossenses. O próximo a se apresentar é o grupo Triêro e esse show tem tudo para arrasar, e tudo isso aqui no 24h de Cultura.

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Ebinho no 24h

Outubro 11, 2008

Texto Pricyla Koehler
Editora Cativa

Ebinho no 24h

Ebinho no 24h

Em um dos shows mais esperados da noite, Ebinho Cardoso mostrou porque é o maior baixista de Mato Grosso, do Brasil e por que não, do mundo? A apresentação foi repleta de boa música, um som calmo e envolvente, mas não menos empolgante que o anterior do rapper Linha Dura, arrancando muitas palmas da platéia. Sempre surpreendendo, rolou até um sambinha, com o som grave do baixo mais contagiante do Brasil.

E no fim do show, Ebinho ainda fez uma propagandinha do seu novo CD, lançado na última terça-feira. O álbum está sendo vendido aqui na arena. Então, quem quiser, ainda dá tempo… é só colar aqui na UFMT!

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Cadeia do Amor

Outubro 11, 2008

por Ligia Torres
Volume Comunicação

Cadeia Do Amor

Cadeia Do Amor

Uma das tendas do 24h está ocupada por uma coisa não muito comuns à eventos ‘normais’ como esses, a cadeia do amor.

Apesar de não estarmos em época de festa junina o pessoal da Volume resolveu montar uma cadeia do amor aqui no 24h. As pessoas estão meio tímidas, e não entenderam muito essa idéia fora de época, mas aos poucos as coisas estão rolando, alguns casais já foram formados sem grandes problemas, e outros já estão na lista de espera. Nossa idéia está dando certo, vamos ver o que acontece até o final da noite

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Linha Dura: Crítica, Realidade Social e Música

Outubro 11, 2008

Por Luciano Ribeiro
da Agencia Laboratorio

Linha Dura

Linha Dura

Linha Dura como em todas as suas apresentações, levantou a galera, acompanhado com ótimo grupo de break e falando das realidades sociais. Todo o público do 24h se contagiou com o som envolvente e altamente crítico. O rapper que sempre traz misturas inusitadas, junta a realidade do mundo periférico com  música, sem deixar esquecer a essência da cultura local, como a viola de cocho que é citada como símbolo da identidade cultural cuiabana.

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De Drummond ao Break

Outubro 11, 2008

por Ricardo laub
Da Agência Laboratório

De Drummond ao Break

De Drummond ao Break

Logo após a fantástica apresentação dos Vitrolas Polifônicas, a Cia de Teatro Vuer assumiu o palco mostrando tudo o que sabe no pema “E agora José?” de Carlos Drumonnd, empolgando toda a multidão presente na arena cultural do 24h. O show não pode parar e logo em seguida, um grupo de dança invadiu a arena, com passos de break. Realmente o 24h de cultura evoluiu muito, em vista dos outros anos, realmente este ano todas as apresentações; “Pelo menos as apresentações que vi até agora, chamaram muito a minha atenção“, diz Renata Snovaresk que estava por ali assistindo tudo. Bom, o show não pode parar e a agora quem assume o palco é o Linha Dura.

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Vitrolas Polifônicas

Outubro 11, 2008

Ligia Torres
Volume Comunicação

Vitrolas Polifonicas

Vitrolas Polifonicas

Trazendo o blues aos palcos do 24h, Vitrolas Polifônicas como sempre, fizeram bonito, tocaram suas famosas músicas dançantes e impressionaram o público com uma versão blues n’ roll de Britney Spears, acompanhados por Leandro Penha.

Os fãs que estão presentes em todos os show, não decepcionaram e compareceram em peso. Mais um ótimo show pro 24h de cultura, e olha que nossa noite está só começando.

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Inshalá

Outubro 11, 2008

por Talyta Singer
Da Agência Laboratório

Ishala
Ishala

Raquel Mendes e seus véus fizeram todas as atenções se voltarem para o palco 24h e para o Oriente. Durante 10 minutos, todos os olhares se fixaram na dançarina que faz parte da Cia Najmah al Nureen e com beleza/leveza levou a dança do ventre ao público presente. Além da apresentação, Raquel montou uma tenda da dança do ventre na arena, espaço para quem quisesse descansar, aproveitar o arguilé ou trocar uma idéia.

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Zezé e os Paraibas Roque Rou

Outubro 11, 2008

por Bruno Corrêa
da Agência Laboratório 

 

Zezé e os Paraibas Roque Rou!

Zezé e os Paraibas Roque Rou!

 

 

Esse é o nome da segunda banda da noite. O Bloco Branco começou e a arena começou a lotar.

O vocal gritado logo começou a brincar com o público. “Somos contra piadas de gaúcho”, disse o vocalista. E quando o povo começou a reclamar pela demora do show: “Cara, pra quem não gosta da minha banda, fight de murro, faço capoeira e jiu-jítsu”.

Enfim, o show começa e apesar da ‘não experiência vocal’ os gritos conseguem disfarçar bem. A primeira música foi praticamente um manual prático de como se fazer ‘siririca’, o que mostra o lado humorado e pervertido da banda. O público se assustava com os gritos, mas acredito eu que essa seja a intenção da banda.

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Eliete Costa empolga a noite do Dia Cultural

Outubro 11, 2008

Pricyla Koehler
Editora Cativa

Eliete Costa

Eliete Costa

“A noite fica mais bonita quando tem luar/ Quero acordar com os passarinhos”. Esse trecho da música cantada por Eliete Costa no início da noite do Dia Cultural sensibilizou o público presente aqui na arena. E sem dúvida é a melhor descrição para tudo que ainda vai rolar. Ao som de violões, a cantora e sua banda deram um tom relaxante e tranquilo à noite, e ainda assim empolgou a galera. A programação segue bastante eclética, a galera aqui já curtiu apresentações de grupos de capoeira e o tradicional cururu e siriri e logo mais ainda vai rolar um som com Vitrolas Polifônicas, Ebinho Cardoso, Triêro e muito mais.