Arquivo da categoria ‘mopyrô’

h1

Mídias Para Todos

Outubro 9, 2008

Por Luciano Ribeiro
Agência Comunicação

Oficinantes diagramando o Zine

Oficinantes diagramando o Zine

Chega ao final de mais uma oficina, dessa vez a de Mídias Alternativas que foram finalizadas com as confecções de zine e WebRádio, contando com a capacidade de coordenação da oficineira Alfa Canhetti e do Oficineiro Mikhail Favalessa. 

O resultado surpreendeu a todos que aguardavam, devido à forma criativa do pequenino jornal, idéias foram surgindo desde temas como políticas afirmativas, MIC e sugestão para próxima edição, formaram o corpo deste tipo super interessante de mídia, as opções de idiomas que o zine pode ser formatado também foram questionadas e além da nossa língua padrão (língua portuguesa), os oficinantes decidiram realizar um zine totalmente em espanhol.

 Todas as criações dessa oficina desde web rádio até as confecções do próprio zine serão oferecidas ao público do 24h de Cultura totalmente de graça, no dia cultural das 7h de sexta até as 7h de sábado. Os interessados a se tornarem futuros zinistas ou se quiserem apenas tirar duvidas escreva pra gente no: imprensa24h@gmail.com ou diretamente a Alfa no: cubocomunicação@gmail.com.

h1

Não acaba por aqui.

Outubro 9, 2008

Por Ricardo Laub
Agência Laboratório

Oficineiro de Produção de Video Documentário

Oficineiro de Produção de Vídeo Documentário

 Hoje é o último dia da Oficina de Produção de Vídeo Documentário. Para refrescar sua memória, eles vão produzir um documentário sobre o Caximir, aquele “bando” de pessoas que faziam tudo relacionado à cultura, leituras de poesias, músicas e vídeos.

Durante a semana que rolou a oficina, eles pesquisaram mais sobre a história do grupo com a ajuda do João Pede Feijão e o Thiago Dezan. Agora eles precisam arregaçar as mangas e produzir o tão esperado documentário. A primeira reunião após o término da oficina será no sábado, sem ser nesse, no outro.

Uma oficinante disse que a oficina foi muito interessante, porque ela não acaba na semana do 24horas de Cultura ela continua com o trabalho. E pelo fato dela ser formada na área da Comunicação Social pela UFMT, há quatro anos, disse que é apaixonada por vídeos e vai ter a oportunidade de colocar em prática tudo que ela aprendeu na teoria.

Curioso pra ver o resultado do trabalho conjunto entre os oficineiros e os oficinantes? O vídeo documentário vai ser exposto na SEDA – Semana do Audiovisual -, em dezembro.

h1

Reta final da Oficina de Fabricação de Instrumentos

Outubro 9, 2008

Por Luciano Ribeiro
Agência Laboratório

Preparação Para Ensaios

Preparação Para Ensaios

 

Nesta quinta-feira, rolou uma tremendo festa na oficina de instrumentos artesanais. Numa espécie de ensaio geral para a apresentação do dia cultural, os oficinantes mostraram que realmente aprenderam a fazer diversos tipos flautas, bongôs e além de tudo tocam como profissionais estes instrumentos.

Toda essa galera pode tocar amanhã, mesmo aquelas que não pegaram muito bem, o único empecilho que eu vejo é se eles não quiserem ir. “Ao meu ver é mais querer do que poder”, diz Diogo Machado, oficineiro e integrante do grupo musical Triêro. Como muitos puderam conferir, fabricar flautas e bongôs nem é tão difícil assim, o negocio é passar uma cordinha aqui à outra ali e tudo vai se formando e acaba virando essa perfeição que vocês estão vendo, conclui Anthony Brito, oficineiro e integrante do grupo Triêro. 

Então moçada, vocês que se interessaram por essa oficina ainda podem curtir um pouco mais. É só dar uma passadinha na arena cultural, que está no estacionamento da piscina, a partir das 7h da manhã de sexta até as 7h da manhã de sábado.

Qualquer duvida manda um email pra gente no: impresa24h@gmail.com ou no agencialaboratorio@gamil.com.

h1

24h no Mundo do Faz de Conta

Outubro 9, 2008

Por Ricardo Laub
Agência Laboratório

E eles viveram felizes para sempre.

E eles viveram felizes para sempre.

 

A hoje na oficina contadores de história foram finalizadas as histórias narradas nos dias anteriores. Segundo Lílian Marques para ser um bom contador de história é preciso antes de mais nada, ser um bom ouvinte, isto é, entender o que está além das palavras, nas entrelinhas das histórias. Com o objetivo de equipar bons contadores de histórias todas os contos serão repassadas a fim de serem apresentadas ao público em geral, mostrando que não é preciso ser especialista para ser um bom contador de história.

 

Uma das narrativas selecionadas para serem contadas pelos oficinantes foi à do Negrinho do Pastoreio, se você já conhece algumas histórias, serão apresentadas amanhã na arena, às 9h e sinta-se convidado a participar, se você por ventura ou desventura ainda não conhece, não perca essa chance de prestigiar um clássico do folclore brasileiro.

 

Qualquer duvida: imprensa24h@gmail.com ou da passada aqui no Casulo.

h1

Resgatando Vidas, no 24h!

Outubro 9, 2008

Por Bruno Corrêa
Agência Laboratório
Coral Infantil do Bairro Renascer

Coral Infantil do Bairro Renascer

 Na noite de quarta, no Saguão de IL, aconteceu a apresentação do Coral Resgatando Infantil do Projeto Vidas, do bairro Renascer. O projeto foi criado à três anos pelos moradores do condomínio Alpha Ville,  e é um sucesso.

O objetivo do projeto é pegar crianças de 7 à 12 anos que correm risco de entrar para uma vida de crimes, e mostrar cultura para eles. “O projeto tira eles da rua para não fazerem arte, mas sim arte de verdade”, disse uma coordenadora do projeto.

h1

40 Anos de Mestre Olavo

Outubro 9, 2008

Por Ricardo Laub
Agência Laboratório

Você sabe tocar parabéns pra você no berimbau?

Você sabe tocar parabéns pra você no berimbau?

Hoje foi dia de festa na oficina de Capoeira Angola, porque fazem quarenta anos em que o mestre Olavo pratica a luta.

Tudo começou em São Paulo quando o mestre teve um problema com o joelho e então foi procurar um massagista que por coincidência era mestre de capoeira em uma academia. Ele passava as tardes na academia esperando o mestre fazer o treino com o grupo e só depois fazia a massagem, e com o tempo ele foi se interessando cada vez mais pela ginga, logo depois se matriculou na academia se transformando em um capoeirista conhecido e renomado no mundo da capoeira, trazendo da Bahia a Capoeira Angola.

Em uma roda de conversas com o pessoal do Quilombo Angola, mestre Olavo nos contou algumas de suas várias experiências e histórias que ele passou por causa da capoeira, ele morou no estado da Bahia e fez grandes amigos que ele admira muito hoje em dia, como por exemplo o Cobrinha Verde, Caiçaras e o Junta de Ferro.

Um participante do Quilombo Angola, Eder, nos disse: “Parceirão cara, eu sou até meio suspeito de falar porque eu admiro ele pra caralho”.

h1

Como fazer um impresso andar?

Outubro 9, 2008

Por Dríade Aguiar
Volume Comunicação

Priscyla Koehler (verde) e participantes

Pricyla Koehler (verde) e participantes

 

Essa ciranda foi muito mais informal, como se fosse uma conversa entre amigos mesmo. Comandada pela Pricyla Koehler – Que assina textos aqui, aliás, vários membros da comunicação participam ativamente da produção do 24 Horas – a conversa basicamente levantou problemas e possíveis soluções sobre o que faz um livro ser publicado mas não distribuído corretamente.

Na opinião de um dos participantes do debate isso deveria ser papel do estado. “O governo deveria distribuir para bibliotecas, universidades e demais localidades, já que foi ele quem nos repassou esse recurso e sabe melhor onde aplicá-lo” disse ele. Além disso há tantos outros problemas em relação à isso.


Por exemplo: A distribuição de livros não ocorre de um dia para outro. Apesar de ser um produto rotativo quando finalmente alcança seu público alvo: Um professor adota o livro, por exemplo, e quando muda de escola a universidade, leva o livro com ele, do mesmo jeito que um professor que não gosta de outro não adota o mesmo livro.

 

Outro problema é o valor agregado ao livro. “Tem que começar por aí. Hoje um livro qualquer é R$45,00 no mercado. Quem vai comprar isso?!” uma das participantes disse. A culpa não é total de quem faz o livro, atualmente as livrarias ganham 50% do valor do livro, por isso elas mesmo aumentam. Temos que pensar que infelizmente no Brasil, hoje, não se ganha dinheiro vendendo livros. Na verdade, não se ganha livro nem escrevendo livros, já que um escritor hoje é tudo. Editor, marketeiro, distribuidor… Ou seja, é multifuncional. “Mas isso não é um problema! Não tem ninguém melhor pra vender, falar do seu projeto do que você mesmo!”, pontuou a mesma participante.

 

Experimente fazer um lançamento de um livro de um escritor de São Paulo que venha pra cá. Provavelmente vai lotar o auditório. Mas quem viria pra um lançamento de um livro mato-grossense? E porque esses livros não são cobrados no vestibular? Talvez porque o problema esteja na base: Você tem que ensinar os alunos do ensino fundamental à gostar desses livros.

Enfim, essa discussão é longa e precisamos de formadores de opinião. Tá afim de ser um?

h1

Ações Afirmativas e Cursinhos Populares: Uma Discriminação Positiva

Outubro 9, 2008

Por Priscila Koehler
Editora Cativa

Profº Drº Penildo Silva

Profº Drº Penildo Silva

Nem mesmo o atraso para o início da palestra “Ações afirmativas e cursinhos populares” esfriou a discussão sobre políticas de cotas e desigualdade social, realizada no auditório 2 do IE, na segunda noite de atividades do 24h de Cultura. “Ao estabelecer a igualdade formal dos indivíduos perante a lei, apenas se está reproduzindo a desigualdade. A ‘discriminação’ positiva [políticas afirmativas] é uma alternativa para corrigir essa intensa realidade de desigualdade historicamente estabelecida na sociedade brasileira”, provocou o professor durante sua exposição no III Seminário Local do Conexões de Saberes.

Após fazer um breve histórico sobre a desigualdade social brasileira, o Prof. Penildon destacou a importância da atuação dos movimentos sociais para estimular a sociedade a participar mais efetivamente de atividades que tentem reverter essa situação de disparidade. “É preciso políticas de intervenção social para modificar essas distorções historicamente construídas. Estado e sociedade devem se unir para tentar controlarem essas diversidades que o mercado não corrige”, concluiu.

Então é isso aí gente, estamos no caminho certo!

h1

Agora é WebRádio!

Outubro 8, 2008

Por Luciano Ribeiro
Da Agência Laboratório

Mikhail Favalessa e as oficinantes apresendendo a editar uma entrevista.

Mikhail Favalessa e as oficinantes apresendendo a editar uma entrevista.

No terceiro dia da Oficina Mídias Alternativas o oficineiro Mikhail Favalessa, da Volume Comunicação, apresentou para as oficinantes a mídia WebRádio.

Segundo a avaliação do próprio oficineiro essa mídia não tem nada de diferente das demais, apenas o fato de ser captada em áudio que pode ser de qualquer tipo, desde máquinas digitais a simples gravadores convencionais, lembrado que depois é preciso convertê-las. Logo no primeiro contato com essa oficina as meninas (a oficina é composta apenas por mulheres) e o Mikhail foram pra campo, para colher entrevistas. Assim que a WebRádio das garotas do Midicuco – esse foi o nome escolhido para o grupo de comunicação formada na Oficina - você vai poder ver que esse é um veículo completo, que  disponibiliza cultura, informação e diversão para ouvintes de todas as faixas etárias.

Para mais informações, você pode participar da ultima Oficina de Mídias Alternativas que acontece amanhã no laboratório C de comunicação ou ainda mandar um email para: imprensa24hdecultura@gmail.com.

h1

Segunda Parte da Oficina começou hoje.

Outubro 8, 2008

Por Lígia Torres
Volume Comunicação

Dezan explicando como se monta um roteiro.

Dezan explicando como se monta um roteiro.

O oficineiro Thiago Dezan iniciou o fase de criação de roteiro na oficina de Produção de Vídeo Documentário de hoje. Deu os itens básicos pra a produção de um roteiro, tanto pra curta-metragens como para longa-metragens e apesar da quantidade de participantes ter diminuído, a oficina rolou normalmente. Após a explicação de como fazer um roteiro e como devemos por em prática, Thiago abriu espaço para que os oficinantes dessem idéias para criação de um roteiro fictício.

Numa segunda parte da oficina foi iniciada a produção de um roteiro para a entrevista que será feita com Eduardo Ferreira, integrante do grupo Caximir Buquê que irá para um documentário sobre o grupo, os oficinantes presentes juntamente com o oficineiro decidiram em conjunto os itens para se montar um roteiro, como: Locação, período, quantidade de entrevistas, e temas para perguntas.

A oficina de produção de documentário se encerra amanhã, assim como todas as outras, mas não se esqueçam que na sexta-feira acontece nosso dia cultura, que contará com 24h de atividades e atrações imperdíveis, fiquem ligados aqui no blog e acompanhem tudo que está acontecendo diariamente em todas nossas atividades.