“Eurocentrismo e Caminhos para Superá-lo”

Por Mikhail Favalessa
Volume Comunicação

Depois de introduzir o assunto das cotas imigratórias e do constante abuso contra a cultura negra no primeiro dia de mesa, nesta terça-feira o Prof. Dr. Henrique Cunha Junior procurou evidenciar as formas nas quais esse abuso continua se personificando. Também citou, através de palavras de seu pai, que “Nada se mantém se não tem sem que haja uma estrutura de poder que a mantenha”, explicitando o interesse de quem se beneficia com esse tipo de relação social em mantê-la, assim como acontece com o tráfico.

Como meio de enfrentar a problemática do eurocentrismo, a grande solução segundo ele, está mesmo nas ações cotidianas, na mudança do hábito e dos procedimentos que utilizamos diariamente. Caminhos como, ceder mais espaços para o Grupo do Observatório de Pesquisa, e reconhecer o 24h de Cultura como uma extensão parecem dar a tônica do início de uma mudança, ao menos localmente.